Ela, de má-fé ou mal aconselhada, quer tudo para si.
Ora, se é verdade que o rapaz 'entrou' com 4€ e ela com 2€ - pela lei das sociedades comerciais daria 2/3 para ele (10 milhões) e 1/3 para ela (5 milhões) -, independentemente de quem preencheu os números, está mais que visto que a generosidade masculina está a ser menospresada, para não dizer vilipendiada, pela ganância da miúda e da família que a (des)aconselha.
Por mim, perante tanta demonstração de falta de tudo e mais alguma coisa - civismo, solidariedade, partilha, etc, etc - aplicava uma mistura da lei de talião e de Salomão: metade do dinheiro para cada um, como é de toda a evidência e lógica; como ela tudo quer, tudo perderia, e a sua parte de 7,5 milhões mais juros de dois anos seria distribuída por instituições de carácter social.
Poderia ser que aprendesse a portar-se mais como ser humano.


Para grandes males, grandes remédios.
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