sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Não posso deixar de partilhar...

Depois da Mãe Natureza...



... o Pai Natureza!

(obrigado José)

Há limites (ou não, pelos vistos)...

Há momentos em que ficamos sem palavras perante determinadas situações. Foi o que me aconteceu por largos momentos, hoje, quando assistia ao Dossier de Imprensa.

A pesporrência de Mário Gouveia extravasou tudo aquilo que vinha sendo 'habitual' até aqui. Há vários comentadores deste tipo (atacando descabeladamente o Bloco de Esquerda, com propósitos menos claros), no panorama da comunicação social portuguesa, mas poucos se apresentam como jornalistas (o que torna o propósito muito mais claro).

As considerações do citado relativamente ao Bloco de Esquerda são tão absurdas que qualquer pessoa com um mínimo de imparcialidade daria uma sonora gargalhada perante elas. Curiosamente, ou talvez não, absteve-se de qualquer referência aos elementos do PND...

Seria deliciosamente cómica se não fosse tão lamentável a manifesta animosidade de um 'profissional' da comunicação social, com um código deontológico a cumprir, perante um partido que tudo tem feito para defender a população da Madeira e do Porto Santo. Coisa que dele não se poderá dizer o mesmo...

Lamentável.



Não sei bem qual deles será o Mário Gouveia...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mais uma medida demagógica do BE...

Na RTP existem 64 casos de salários que superam os cinco mil euros. O ordenado de algumas das principais caras da informação da estação pública ultrapassa mesmo os dez mil euros por mês.

Como informa o Correio da Manhã, em alguns dos casos há ordenados superiores ao do Presidente da República. O salário de José Alberto Carvalho, director de informação da RTP é um exemplo disso. O jornalista aufere cerca de 16 mil euros por mês.
Na maior parte dos casos, a principal fonte de vencimento vem dos vários subsídios atribuídos pelo grupo público: de categoria, de antiguidade, de integração ou de apresentação.

Judite de Sousa (14 923 euros), José Rodrigues dos Santos (14768 euros), José Fragoso (12778 euros) e Fátima Campos Ferreira (11 413 euros) são apenas alguns dos funcionários da estação pública com salários elevados.

Numa altura em que o Governo está a implementar medidas de austeridade que passam, sobretudo, pelos cortes salariais, acende a polémica ao ponto de o Bloco de Esquerda ter chamado ao Parlamento Guilherme Costa, presidente da RTP, para explicar "ajustamentos de remunerações" a alguns cargos de chefia.



Serviço público??? Poooooiiiiisss...

O que vêem aqui de estranho?



Alguém meteu a pata na poça...

Encomenda de Sócrates ou de Jardim?

sábado, 19 de fevereiro de 2011

MOÇÃO DE CENSURA N.º 2/XI

MOÇÃO DE CENSURA AO XVIII GOVERNO CONSTITUCIONAL

EM DEFESA DAS GERAÇÕES SACRIFICADAS

Ao longo do ano e meio do seu mandato, o XVIIIº Governo adoptou uma política económica e social que tem atingido essencialmente os trabalhadores sem emprego e os jovens da geração mais preparada que o país já formou, que são marginalizados das suas competências para se afundarem num trabalho sem futuro. Existe hoje mais de um milhão de trabalhadores em situação totalmente precária, incluindo uma parte significativa sendo paga a troco de falso recibo verde, e promessas do Programa de Governo, como o fim dos recibos verdes no Estado, foram clamorosamente violadas. Ora, uma economia de exploração de salários mínimos é um cemitério de talentos e uma democracia amputada das melhores qualificações.

Esta Moção de Censura recusa por isso o gigantesco embuste da distribuição equilibrada dos sacrifícios e sublinha que o emprego e o salário têm sido destruídos pela cruel insensibilidade social que corrói a economia em nome da ganância financeira, e propõe uma ruptura democrática que evite a destruição implacável dos trabalhadores mais velhos pelo desemprego e dos mais novos no altar da precarização.

De facto, ao reduzir o apoio aos desempregados, o Governo deu um passo na sua estratégia agressiva quanto ao mercado de trabalho. O subsídio de desemprego passou a ser apresentado como um custo e não como um direito que decorre do próprio desconto do trabalhador, como um prejuízo e não como um acto de justiça. Agora, o Governo vai mais longe, procurando impor a redução da indemnização pelo despedimento, para o embaratecer e facilitar.

Deste modo, durante o seu mandato, apesar de ter perdido a sua maioria absoluta, o governo ignorou os sinais dos eleitores. Promoveu o agravamento da crise social com o aumento dos impostos, a queda do investimento público, a redução de salários, a degradação dos apoios sociais com a retirada do abono de família e de outras prestações a centenas de milhares de famílias, o aumento dos preços de medicamentos e outros bens essenciais e o congelamento das pensões.

Esta orientação conduz o país para o abismo da recessão. Agrava as dificuldades da economia em vez de lhes responder. Condena uma parte da população ao desemprego estrutural permanente, em números que a democracia portuguesa jamais conheceu. Reduz os rendimentos de trabalhadores e pensionistas. Esta política condena o país ao império do abuso.

A chantagem dos mercados financeiros, incluindo da finança portuguesa, que impõem juros em redor dos 7% ao refinanciamento a dez anos da dívida soberana, aprofunda as dificuldades da economia. Mas o governo respondeu a esta pressão favorecendo a finança ao agravar a transferência dos salários e dos impostos para os juros e, ainda, permitindo que os grandes bancos privados não paguem o IRC de lei. Esta situação é portanto insuportável. O país está endividado e a política orçamental precipita maiores custos de endividamento e restrições ao investimento, à produção e ao emprego.

Ora, um factor suplementar que agrava a crise actual é a forma como o governo tem desprezado os grandes combates democráticos pela qualidade dos serviços públicos do Estado Social, pela economia do emprego e contra a agiotagem financeira. Esta insensibilidade social é a causa da falta de confiança numa governação desgastada, que foge à responsabilidade, cultiva o favorecimento e provoca o apodrecimento da decisão política.

Exige-se por isso um novo caminho, com uma viragem da política económica para o combate à recessão. Exige-se a solução do défice fiscal para corrigir o défice orçamental, a solução do investimento criador de emprego e promotor de exportações e de substituição de importações, a solução da recuperação da agricultura para promover a soberania alimentar, a recuperação da procura interna com a defesa dos salários, a valorização das pensões e o combate à precariedade em nome da vida das pessoas.

O Governo, apesar de ter sido suportado por uma grande maioria parlamentar nas mais importantes decisões económicas, não responde às grandes prioridades nacionais, que são o combate ao desemprego, pobreza e precariedade, antes agrava as condições do trabalho para facilitar os despedimentos e portanto os salários baixos, seguindo a orientação do FMI que recomenda a desprotecção dos rendimentos e dos contratos dos trabalhadores. Esta resposta agrava as desigualdades na sociedade portuguesa e é por isso imperativo, em nome de uma política que se comprometa com a defesa das gerações sacrificadas, derrotar as medidas que promovem o desemprego e a precariedade e convocar a democracia para que decida as soluções para o país. Assim,

A Assembleia da República, ao abrigo do artigo 194º da Constituição da República Portuguesa, delibera censurar o XVIII Governo Constitucional.

As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda



EU APOIO!!!

Antena 1 - Entrevista a Francisco Louçã

Antena 1 - Entrevista a Francisco Louçã

Não brincarás...



É, sem dúvida, uma boa medida...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Desemprego recorde na Madeira!!!

16.430 pessoas inscritas no Instituto de Emprego.

O Pinóquio continua a dizer que o desemprego é 'só' de 7 vírgula tal por cento. Os verdadeiros números são de mais de 12%!!!

Não há limpeza de ficheiros que resista.

Ver aqui: http://www.dnoticias.pt/actualidade/economia/250408-desemprego-bate-novo-recorde-na-madeira



Faltam estes dois (pelo menos)...

Cordão humano contra o aterro!!!

Programa da acção do "Cordão Humano" sobre o aterro na Baía do Funchal no próximo dia 20 de Fevereiro.

- Concentração na ponta do Cais da Cidade a partir das 17.30.

- Deslocação para o aterro em fila indiana e formação do Cordão Humano às 18.00 (será emitido um sinal sonoro para assinalar o início).

- Às 18.30 será emitido um segundo sinal sonoro para iniciar o minuto de silêncio em homenagem às vitimas da catástrofe do dia 20 Fevereiro de 2010.

No final do minuto de silêncio será emitido um novo sinal sonoro.

- O Cordão Humano manter-se-á até às 19 horas, sendo o final assinalado pela emissão dum sinal sonoro.

Informamos que esta é uma acção de sensibilização, com o exclusivo objectivo de retirar o aterro e recuperar a praia junto à Avenida do Mar. É uma manifestação pacífica, sem qualquer conotação partidária e apelamos aos participantes para ignorar qualquer tipo de provocação.

Não estão previstos discursos e a organização estará disponível para falar com os representantes dos órgãos de comunicação social após o minuto de silêncio em memória das vítimas da aluvião de 20 de Fevereiro de 2010.

Repassar aos vossos contactos
Obrigado
Miguel Sá


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Lido nos jornais...

"Taxa de desemprego ultrapassa os 11%."

"Desemprego cresce à custa das mulheres e dos mais qualificados."

"Governador do Banco de Portugal confirma que o país já está em recessão."



Depois de terem causticado o Bloco de Esquerda pela apresentação de uma moção de censura a este desgraçado governo PS - e de o PSD e o PP já terem permitido que ela seja chumbada -, quero ver o que os comentadores vêm agora dizer dos seus púlpitos...

Dois meses, daqui a poucas horas...







segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Blá, blá, blá, os pobres de espírito, porque não sei o quê...

Andam por aí umas cartas de um putativo 'novo' movimento, a pedir aos partidos união para derrubar o jardinismo.

Ao mesmo tempo, e levado ao colo por alguma comunicação social, a nova coqueluche da 'stand up comedy' madeirense, dispara para todos os lados, mas garante que tem as melhores intenções no propósito de unir a oposição...



Basta uma olhada pelo seu 'blog' para se perceberem os verdadeiros motivos da criatura. Quem o criou que o ature!

Sem coração...



Ups! Apanhados...

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ai, deus nos acuda que vem aí a direita.

Uma das respostas mais reveladoras à moção de censura do Bloco de Esquerda foi o rápido alinhamento dos comentadores conservadores e de direita em defesa do governo. O inefável Santana Lopes grita que isto tudo é insuportável e Pacheco Pereira vocifera desalmadamente como é costume. Mais longe, Passos Coelho reage com calma mas em francês, Marques Mendes fica atrapalhado e Marcelo ainda não disse nada. Os outros, todos, recomendam o apoio ao governo.

Percebe-se porquê. É que a moção critica e recusa a destruição do contrato social que deve proteger os desempregados. E a direita juntou-se ao PS para reduzir o subsídio de desemprego. A moção critica e recusa a vida sem vida que é imposta às gerações sacrificadas, aos trabalhadores que vivem a recibo verde e a trabalho temporário ou a prazo. E a direita juntou-se ao PS para promover os recibos verdes e a precariedade. Dois milhões, quase um em cada dois trabalhadores, desemprecários. Sem futuro, sem vida.

Naturalmente, a reacção de classe da direita leva-a a apoiar todas estas políticas e aliar-se ao governo que as protagoniza. Parece por isso ligeiramente exagerada a reacção de alguns comentadores de esquerda que, ao som da música do PS, vieram brandir o perigo da vitória da direita. A direita está onde sempre esteve, ao lado do PS (e, no futuro, contra o PS). E, porque as sondagens lhe parecem dar vantagem, isso não a torna mais perigosa do que já é agora, com a política que pressiona e impõe.

De facto, quem refere o perigo da direita no futuro quer esconder o perigo da direita no presente. E ela é perigosa. Perigosa e poderosa. Está mesmo a governar, porque é a política de direita que impõe, no final deste mês, a redução da indemnização ou a constituição de um fundo para financiar o despedimento. Se isso não é a direita, então o que é a direita? Se não é a direita que impõe que os dividendos não paguem imposto no caso de um dos maiores negócios do mundo, a venda da Vivo, o que é direita então?

Mas não fujo ao problema das sondagens. O que nos indicam é que, a continuar a degradação da governação, pode haver uma vantagem do PSD sobre o PS. Apesar disso, não estou a ver alguém a atrever-se a dizer que devemos abolir as eleições, para evitar que a direita ganhe. As eleições, a realizarem-se e quando se realizarem, são sempre uma solução e não um risco, porque a democracia é assim: tem o poder de decidir e eleger. A rápida passagem do PS e dos seus arautos para o ponto de vista da “suspensão da democracia” para proteger Sócrates, tem o seu encanto, mas pouca virtude política.

A pergunta que temos que nos fazer é antes porque é que isto acontece, porque é que as sondagens dão o PSD à frente? E a resposta é evidente, mesmo para os cultores do pânico da direita: a responsabilidade total é do governo e da política que pratica.

Do governo, porque não quer nenhum acordo à esquerda. Quer um Orçamento de corte de salários e de aumento de impostos, portanto à direita. Quer alterar as leis laborais para embaratecer o despedimento, portanto à direita. Quer facilitar a isenção fiscal dos bancos, portanto à direita. E esse acordo à direita trouxe o PSD para a ribalta política, ao mesmo tempo que o PS perde os votos de professores, de trabalhadores, de reformados, dos sacrificados da crise. O colapso eleitoral anunciado do PS, que abre o caminho à direita, é simplesmente o efeito da política do PS em aliança com a direita.

Os que nos gritam que a direita vem aí sabem que o PS é hoje o governo provisório do PSD. Sim, a direita tem avançado porque o PS abre a porta. É portanto extravagante pensar que a solução para barrar a direita é o PS, que é o mesmo partido que abre o caminho à direita levando-a ao poder efectivo, que é o da lei económica. O PS traz a direita, não luta contra a direita.

Por isso, pelo contrário, a esquerda tem uma tarefa difícil. Ser oposição e ser portadora de propostas. Ser unitária e saber dialogar com forças diferentes. O Bloco de Esquerda será a força de oposição mais decidida contra as políticas de direita e, por isso mesmo, a força que melhor é capaz de aproximar diálogos abertos e convergentes.

Para vencermos a direita, temos de criar uma esquerda muito mais forte, que junte gente que no PS recusa a facilitação dos despedimentos com independentes e gente de todas as cores que queira uma política pelo emprego e pelo salário.

A moção de censura afirma precisamente essa política. Se nos calamos em relação à política do desemprego, somos seus cúmplices. Se nada fazemos, facilitamos o caminho da direita, agora aliada ao PS e em breve em confronto com todos. Chegamos por isso ao momento da clareza. A esquerda não pode aceitar que Sócrates entregue o hospital público do Algarve ao Ricardo Salgado até 2040, ou o de Braga ao Mello, e que nos cobrem 15% de juro nessa operação. Eu não aceito. Não pode aceitar o congelamento das pensões. Eu não aceito. Não pode aceitar a redução dos salários. Eu não aceito.

Para vencermos a direita, precisamos de ter esquerda. É por isso que a moção de censura propõe políticas novas e concretas, afirmando uma esquerda que junta forças para a alternativa, a política socialista.



por Francisco Louçã, sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nunca fez tanto sentido...



Já começou... e não foi tão longe assim!

Quero ver como descalçam a bota!!!

PSD dividido quando à moção de censura



"Vê lá o que é que fazes. Não me entales..."

A posição que o PSD vier a adoptar na moção de censura é decisiva. Só os social-democratas têm força parlamentar para derrubar o executivo que está, assim, completamente refém da decisão de Passos Coelho. O presidente do PSD diz que é cedo para revelar a sua decisão, mas entre os social-democratas há opiniões de sentido diferente.



O presidente do PSD na Madeira, Alberto João Jardim, anunciou esta sexta-feira que os deputados social-democratas eleitos pela região votarão contra a moção de censura do Bloco de Esquerda. “Seja o que for do BE, somos contra”, frisou.



"Fernanda, aquece o jantar. Vou para casa mais cedo..."

Estes parecem os bancos...



Quanto mais nos roubam mais enriquecem!!! BASTA, JÁ!!!

E não é que resulta?



Obrigado, Marisa...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mudar é o caminho!



Assim o queiram os madeirenses. E não são necessárias palhaçadas!

Interesses obscuros?...

Para mim, o jogo acabou quando o Paulo Nabo tirou o Ronaldo...



Mas que raio de ideia!

Super avó impede assalto...



Acho que a conheço de qualquer parte...



Descobri! Descobri!

ESCÂNDALO!!!

Os quatro maiores bancos a operar em Portugal ganharam no ano passado 3,9 M€ por dia!!!

Foram 1430 M€ em 2010 contra 1440 M€ em 2009...

Porém, sem em 2010 pagaram 306 M€ de impostos (mesmo assim uma miséria relativamente ao que pagam as empresas), este ano só pagam 138,4 M€!!!



CHULOS!!!

O peito dela merece estar no Guiness?...

A norte-americana Chelsea Charms, 34 anos, habilita-se a entrar para o Livro dos Recordes do Guinness por ter as maiores mamas do mundo. Cada uma pesa quase 12 quilogramas e... não param de crescer.



Na origem deste "fenómeno" estão uns implantes de polipropileno que são, hoje em dia, ilegais.

Segundo o jornal britânico "Daily Mirror", estes implantes - que não contêm silicone ou qualquer solução salina - provocam nos tecidos do corpo uma irritação, que leva a que a mama gere um soro natural.

Este líquido acaba por ser reabsorvido pelo implante, que assim aumenta de tamanho. No caso de Chelsea Charms, segundo a própria, todos os meses as suas mamas crescem 2,5 centímetros. Juntas, contêm 12 litros de fluido, escreve o "Daily Mirror".

Gaita!!!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mais de 44, são quantos?

O deputado Coelho (não esse, o outro do PSD); (não, também não é esse que dá pontapés), é o outro, o economista... diz que uma empresa qualquer (peço desculpa, mas falha-me o nome), brasileira, tem mais de 44 trabalhadores...

Hummm! 44 e 1/4? 44 e 1/2? 44 e 3/4??? A definição é importante, até para sabermos do que é que estamos a falar.



A língua portuguesa é mesmo muito complicada e traiçoeira...