segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

As idiotices do Acordo Ortográfico!

Segundo um 'linguista', ontem na RTP, o 'Egipto' perdeu o 'p' porque não se lê, mas os 'egípcios' mantêm-no porque se lê.

Já agora, podia explicar também por que é que tal não aconteceu com o 'c', em 'espectáculo' e 'espectadores'??? Ou será que o 'c' de 'espectadores' não se lê???



Há cada uma...

Começa, quinta-feira, dia 3...

... o ano do Coelho (horóscopo chinês).



Estamos lixados...

domingo, 30 de janeiro de 2011

E uma contestação social começada por um grupo musical???!!!



Deolinda - Parva que sou


Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Há por aí algum(a) parv@???

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Só contaram pra você???

Preço de capa do 'JM' é para contornar lei nacional

Administração da EJM e secretário regional dos Recursos Huamanso ouvidos na ALM, na comissão de inquérito à comunicação social madeirense

O presidente do conselho de administração da Empresa Jornal da Madeira e o secretário regional dos Recursos Humanos reconheceram, na comissão de inquérito à comunicação social da Assembleia, que o preço de capa do JM (dez cêntimos) é uma forma de contornar uma lei nacional que proíbe as autarquias de anunciarem em jornais gratuitos. Pelo que foi possível perceber das explicações de Rui Gonçalves, na conferência de imprensa realziada depois da audição no parlamento, toda a edição do ‘JM’ é comprada por uma empresa que depois distribui o jornal de forma gratuita à população.

Um negócio com contornso curiosos, uma vez que não se percebe qual a fonte de receitas dessa empresa e como sobrevive. No entanto, Rui Gonçalves garante que tudo é “transparente” neste negócio e que só é estranho “para quem quer ver coisas onde não existem”.

Rui Gonçalves, foi à sala de imprensa do parlamento ler um comunicado em que anunciou que a EJM contestou a providência cautelar, apresentada pela Empresa Diário de Notícias no Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal. A providência da EDN tem por objectivo impedir a Região de continuar a transferir verbas para a EJM, uma vez que distorce as regras da concorrência. O administrador garante que todos os argumentos do Diário são incorrectos, uma vez que as ajudas do Governo Regional são feitas a título de suprimentos, enquanto sócio maioritário (99,98%) da empresa e ao abrigo da lei comercial e não podem ser consideradas ajudas de Estado ilegais.

Uma situação que Brazão de Castro, secretário com a tutela do sector, garante que irá manter-se, embora tenha vindo a ser reduzida a ajuda anual para três milhões de euros, o valor a pagar em 2011.

Tanto o administrador do Jornal da Madeira como o secretário regional não responderam a questões relacionadas com a viabilidade de uma empresa que desde 1993 obriga o sócio Governo Regional a gastar vários mihões de euros ao ano. O passivo acumulado é da ordem das dezenas de milhões.

Brazão de Castro começou por referir que estaria em curso “um ataque, em várias frentes” contra o Jornal da Madeira e acusou o Diário, a ERC, o Governo da República e a oposição regional de distorcerem a realidade, garantindo que só está em causa a defesa do “pluralismo” e dos postos de trabalho. “A participação da Região no capital da EJM trata-se de uma opção, no exercício legítimo de sucessivos mandatos sufragados pela população madeirense”, afirmou.
O secretário regional não admite que a EDN impute ao Jornal da Madeira “ todos os sues males económicos” e desafiou a ERC a “monitorizar o pluralismo do Diário”.

Embora continue a transferir para o JM muitos milhões de euros, para que este jornal seja oferecido por uma empresa à população, Brazão de Castro não admite que esta é uma situação de concorrência desleal. Para o governante, é uma atitude de um “sócio responsável”.

in DN-Madeira



Quer dizer que o Brazão tem que nascer duas vezes: uma pelos desempregados e outra pelo JM...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril começa da seguinte forma:

Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos--Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção:(...)



Confuso??? Pois!...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Os eleitores decidiram...



Mais cinco anos esfíngicos. Glória ao vencedor, honra aos vencidos.

Agora vamos descansar. A luta continua já amanhã...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

E, para acabar!!!



Domingo, não há que enganar. Se queres uma vida melhor tens de saber escolher. Depois, não te queixes...

Cavaquices...

"Cavaco só teve licença para acabar casa de férias três meses depois de estar pronta

Cavaco Silva fez obras durante um ano na sua actual residência de Verão com a licença caducada e em desrespeito do processo inicialmente aprovado."


in Público

"Escritura de Cavaco omite vivenda em construção há nove meses

Cavaco Silva entregou a casa Mariani e recebeu a Gaivota Azul, cada uma avaliada pelo mesmo valor de 135 mil euros, em 1998. Mas só declarou, na troca, um "terreno para construção"


in Visão

"Cavaco defendeu imposto em vez de cortes de salários

O candidato presidencial afirmou hoje que em alternativa aos cortes salariais o Governo poderia ter criado "um imposto extraordinário para todos os portugueses acima de um certo rendimento"."


in DN-Lisboa (mas promulgou o OE para 2011...)

"Cavaco Silva acusa jornalistas de terem recebido "encomendas"

Foram as "encomendas" das candidaturas adversárias que alimentaram as notícias que marcaram a campanha das presidenciais, acusa Cavaco Silva em entrevista à rádio Renascença."


in Jornal de Negócios

"Cavaco: Casos do BPN e do Algarve foram 'encomendados' aos jornalistas

As notícias sobre a compra e venda de acções da SLN e sobre a casa de férias de Cavaco no Algarve foram 'encomendadas' aos jornalistas por campanhas adversárias, afirma o candidato"


in Sol

"Cavaco Silva antibomba

Oito dias depois de antever uma crise política, Cavaco Silva moderou o discurso e confessou ontem ter "pouco apetite" para usar a "bomba atómica" – dissolução do Parlamento. O candidato alegou ser defensor da "estabilidade política", considerando também que o País "não aguenta um Governo em gestão"."


in Correio da Manhã

"Cavaco Silva não exclui cenário de “crise política grave” em Portugal

Para o recandidato a Belém, um Presidente da República tem de estar “acima dos partidos políticos” porque é “a reserva de último recurso em caso de crise grave”."


in Rádio Renascença



Bolas! Mais vale votar no descabelado do Coelho...

...

Histórias do Lobo Mau...

Acções do BPN; Casa da Coelha; responsabilidade nas PPP; político do PSD há 30 anos que diz não ter partido; a coitada da mulher só ganha 800€ de reforma; ele tinha um ordenado e duas reformas (mais de 17 mil€ por mês), desistiu do ordenado para ficar com as reformas (mais de 10 mil€); ...; ...

Conhece o candidato Bolo Rei? O que foge às perguntas de resposta difícil? O que tem de ganhar à 1.ª volta senão o país fica na miséria e as taxas da dívida pública disparam?



Vão lá votar nele a correr... e depois queixem-se...

Histórias da carochinha...

Como a história do BPP, com o intuito de 'queimar' Manuel Alegre, não pegou, voltaram alguns ignorantes (para não lhes chamar... outra coisa) a lançar o anátema da guerra colonial e da (não) participação do candidato exilado em Argel... e acusando-o de influência na morte de MILHARES de soldados portugueses.

Para além de ser uma atoarda da qual não existem provas, a não ser considerações de alguns fascistas que deveriam estar agradecidos ao 25 de Abril de 1974, mas que continuam a destilar raiva e ódio, é preciso lembrar que foi a PIDE/DGS a lançar esta calúnia para desacreditar um homem que esteve nos palcos de combate em África e que teve de se exilar em Argel para não ser preso pela polícia política potuguesa...

E é de tal modo uma atoarda e uma idiotice dizer que poderia ter sido culpado da morte de MILHARES de soldados portugueses visto que:

"Segundo elementos colhidos na "Resenha Histórico-Militar das Campanhas de Àfrica 1961-1973", durante os 13 anos de guerra colonial registou-se um total de 8.290 mortos nas três frentes de combate: Angola 3.250, Moçambique 2.962 e Guiné 2.070.

Deve-se ter em referência o número de mortos na Guiné se compararmos as dimensões territoriais das três frentes de combate ( Angola com uma área de 1.246.700km2, Moçambique com 799.380km2 e Guiné com 36.125km2) e ainda o número de efectivos em cada frente (em 31 de Dezembro de 1973 os efectivos militares nas três frentes de guerra, totalizavam cerca de 148 mil homens, Angola 65.000, Moçambique 51.000 e Guiné 32.000). A Guiné foi chamada de " Vietname Português"

A grande maioria dos que morreram caiu em combate, e aqui o número mais elevado registou-se em Moçambique 1.481; seguem-se Angola 1.306 e Guiné 1.240."

Reparem, em 13 anos, morreram, EM COMBATE, 4.027 homens, pouco mais de 309 por ano. Pois bem, Manuel Alegre é acusado de ter contribuído para a morte de MILHARES...

Para além de se perceber perfeitamente que é uma falsidade, percebe-se também que andam para aí muitos a emprenhar pelos ouvidos e limitam-se a repetir enormidades sem sequer pensarem um bocadinho.



Mas isso, para alguns, nós já sabemos que é um exercício difícil...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A campanha só acaba amanhã...



... mas nunca é tarde para lembrar...

A vantagem (?) de ser coerente...

Cavaco Silva é um homem austero. Nas palavras. Explicou que não tinha cartazes por causa dos nossos sacrifícios. É o que mais vai gastar em campanha. Explicou que o Estado gasta de mais. Aumentou em 31 por cento as despesas da Presidência...



A política também não é uma ciência exacta...

Desejos... de grávidos...

Os comentadores (sim, no masculino) do Dossier de Imprensa consideram que a votação no Coelho para as presidenciais pode ser perigosa para alguns partidos nas próximas eleições legislativas regionais, nomeadamente no Bloco de Esquerda que, segundo Mário Gouveia, "pode desaparecer"...

Dou de barato que isso pode acontecer. Tudo pode acontecer, porque o povo é soberano e ele é que decide a quem dar os votos na altura das eleições. Porém, é preciso lembrar que, nas últimas 'regionais', o BE esteve mais perto de meter um segundo deputado do que perder aquele que possui. Seria preciso um grande descalabro e, digo mesmo, uma enorme irresponsabilidade política se isso acontecesse. Basta ver as propostas que o partido que apoia o Coelho tem apresentado na Assembleia Legislativa da Madeira (uma estátua a AJJ!!!???, mais nada!!!), em contraponto com as dos outros partidos; no caso específico, o Bloco de Esquerda.

De há muito que é notória a animosidade de alguma comunicação social (e de alguns dos seus profissionais) relativamente ao Bloco de Esquerda (na Madeira e não só), mas quanto a isso não se pode fazer nada, excepto continuar o trabalho como tem sido desenvolvido até aqui, em defesa das populações mais atingidas pelas leis da República e da Região, denunciando, sem palhaçadas ou acções puramente mediáticas, o que está mal e as soluções que devem ser adoptadas para o resolver. Depois, temos esperança que os cidadãos reconheçam o esforço feito e que dêem a devida resposta positiva, proporcionando ao Bloco de Esquerda os meios (leia-se: deputados) para ter mais poder para continuar a defendê-los.

Se isso não acontecer e escolherem outros partidos para o fazer, só nos resta aceitar, mesmo não concordando, e continuar a luta.

Agora, não são os desejos (mascarados de opiniões) de alguns que nos tiram o sono. Os candidatos do BE têm os seus empregos e não vivem da política, nem precisam da política para viverem. Pela minha parte, e acredito que pela parte de todos os meus camaradas, o interesse das pessoas que defendemos está acima dos nossos próximos interesses. Enquanto elas acharem que somos competentes para o efeito, estamos prontos para dar a cara e continuarmos na luta, quando não, amigos na mesma...



Não gostam?! Ponham na beira do prato...

É preciso ter lata, ou um exercício de demagogia!

Cavaco Silva diz que próximo Presidente deve ter respeito pelos funcionários públicos.



Das duas uma, ou Cavaco não teve até agora respeito pelos funcionários públicos, ou sabe que não vai ser o próximo Presidente.

Aceitam-se apostas...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cavaco cancela ordenado de Presidente...

"Cavaco Silva mandou suspender o salário de Presidente da República, optando por receber [duas] pensões no valor 10.042 euros, face à entrada em vigor do fim da acumulação de pensões com vencimentos do Estado.

in Público



Tenho uma lágrima no canto do olho. Se a Maria dependia dele porque "só" ganhava 800€ como reformada, como irá agora o casal fazer face às agruras da crise?

E manifestava-se o candidato - ainda presidente - preocupado com a pobreza existente em Portugal. Agora é que ele vai ver como dói...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Como funcionou a economia: exemplo prático.

Heidi é a proprietária de um bar em Detroit.

Certo dia ela apercebe-se que praticamente todos os seus clientes são alcoólicos desempregados e, como tal, não podem continuar a beber e a pagar o que consomem no seu bar.

Para resolver este problema, ela aparece com um novo plano de marketing que permite aos seus clientes beber agora, mas pagar mais tarde. Ela mantém o controle das bebidas consumidas num "livro de calotes" (criou deste modo uma concessão de empréstimos aos clientes - alcoólicos desempregados). O facto de no bar de Heidi se permitir "beber agora, pague depois" (estratégia de marketing) é espalhado pelas redondezas pelos alcoólicos desempregados e, como resultado, um número crescente de clientes inunda o Bar de Heidi.

Assim, ela consegue o maior volume de vendas em relação a qualquer bar em Detroit.

Ao proporcionar aos seus clientes a "liberdade" de pagarem depois, Heidi não encontra resistência pela parte dos mesmos, quando, em intervalos regulares, aumenta substancialmente o seu preço para o vinho e a cerveja, as bebidas mais consumidas.

Consequentemente, o volume de vendas brutas de Heidi aumenta enormemente

Um jovem e dinâmico, vice-presidente do banco local, reconhece que estas dívidas dos clientes constituem valiosos ACTIVOS FUTUROS e aumenta o limite de endividamento de Heidi, que de outro modo não poderia continuar a pagar aos seus fornecedores de bebidas.

Ele não vê motivos para qualquer preocupação indevida, já que ele tem as dívidas dos ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS como garantia.

Na sede do banco, comerciantes peritos descobrem uma forma de fazer enormes comissões ao transformar as dívidas desses clientes (ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS) em empréstimos DRINKBONDS, ALKIBONDS e PUKEBONDS.

Esses títulos são então empacotados e comercializados em mercados internacionais; investidores ingénuos que não fazem ideia daquilo a que os títulos dizem respeito (DÍVIDAS DE ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS) estão a comprá-los como títulos AAA garantidos (AAA é o RATING máximo de segurança com que as EMPRESAS DE RATING - pagas pelo banco emissor- classificam os vários títulos - BONDS).

No entanto, os preços dos títulos sobem continuamente, e os títulos em breve se tornam os itens mais vendido por algumas das casas de títulos da nação.

Um dia, e apesar de os preços dos títulos ainda estarem em alta, um gerente de risco do banco local original decide que chegou a hora de exigir o pagamento das dívidas suportadas pelo bebem no bar de Heidi.

Ele então informa Heidi.

Heidi, então, pede o pagamento das dívidas dos seus clientes, mas sendo estes ALCOÓLICOS DESEMPREGADOS, não podem pagar as suas dívidas de consumo. Como Heidi não pode cumprir as suas obrigações de empréstimo, ela é obrigada a declarar falência, o seu bar fecha e os onze funcionários perdem o emprego.

Durante a noite, DRINKBONDS, ALKIBONDS e PUKEBONDS sofrem uma queda no preço da ordem dos 90%. O valor patrimonial desmoronou, o vínculo destrói a liquidez dos bancos e impede a emissão de novos empréstimos congelando assim o crédito à actividade económica na comunidade.

Os fornecedores do bar de Heidi tinham-lhe concedido generosas extensões de pagamento e tinham investido os seus fundos de pensão em títulos BOND diversos. Eles agora são confrontados com a necessidade de amortizar a dívida de Heidi e apercebem-se com desgosto da perda de mais de 90% do valor anterior dos títulos que adquiriram.

O fornecedor de vinho avança também com um pedido de falência, fechando as portas de uma empresa familiar, que pertencia à família há três gerações; o fornecedor de cerveja é comprado por um concorrente, que decide fechar imediatamente a fábrica local e demite 150 trabalhadores.

Felizmente, porém, o banco, a correctora e seus respectivos executivos são salvos e resgatados por um multibilionário encaixe financeiro conseguido pelos seus "amigos" no governo.

Os fundos necessários para o resgate são obtidos através da criação de novos impostos cobrados sobre os empregados, de classe média, não bebedores que nunca estiveram no Bar de Heidi.



Entenderam agora como funciona?

O mistério dos desempregados desaparecidos...

Segundo isto:

http://www.iefp.pt/estatisticas/MercadoEmprego/InformacaoMensal/Documents/2010/Inf_Mensal_Dezembro_2010.pdf

em Dezembro, inscreveram-se no Instituto de Emprego e Formação Profissional da Madeira 909 desempregados (página 10 do documento); houve 188 ofertas de emprego (pág. 11); destas, só foram ocupadas 117 (pág. 12). Pergunta pertinente: como é que o desemprego, relativamente a Novembro, desce de 15.737 para 15.648 (pág. 6)???



Diga lá sr. secretário: o que aconteceu a 881 pessoas???

Todos os meses acontece o mesmo. Qual será o verdadeiro valor do desemprego na Madeira???

'Roubado' ao Miguel Portas...

"«Esta é a minha senhora. Trabalhou praticamente a vida toda. Sabe qual é a reforma dela? Não chega a 800€/mês. Foi professora em Moçambique e em Portugal, nunca descobriram a reforma dela. Portanto depende de mim, tenho de trabalhar para ela. Mas como ela está sempre ao meu lado e não atrás, merece a minha ajuda». Cavaco em Ponte de Lima. Com meio século de bolor e água benta."



Devia ter vergonha na cara. Que tal darem-lhe um pedaço de bolo-rei?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Para os mais esquecidos...

Votar em Cavaco Silva é votar em quem recusou conceder a Salgueiro Maia uma pensão por serviços excepcionais e relevantes para o país e a permitiu a dois ex-inspectores da extinta PIDE/DGS...



E não precisou de nascer duas vezes...

Mais vale estar calado do que engasgar-se.

O candidato Cavaco Silva continua a não responder a nenhumas questões incómodas colocadas quer pelos outros candidatos quer pela comunicação social...



Quando é confrontado com as perguntas olha em volta e questiona: "Alguém tem aí bolo-rei?".

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Com que então, 3 mil euros...

http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/file/Or%E7amento_Jos%E9_Coelho.pdf?src=1&mid=1415&bid=986

Coelhinho, Coelhinho... estás a portar-te mal. Ainda acabas na panela...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Atentem bem!!!

Cavaco Silva ganhou dinheiro com o BPN. Nós, que não ganhámos, vamos ter que pagar!



Dia 23 vão às urnas cobrar-lhe a dívida...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Três semanas...





Última hora, através do Diário...



O presidente do Governo Regional deu hoje entrada no Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal. Informações recolhidas pelo DIÁRIO dão conta que Alberto João Jardim está nos serviços de cardiologia a ser observado. Para já, o prognóstico é reservado.

A direcção clínica do Hospital dará uma conferência de imprensa às 16h30.

ACTUALIZAÇÃO

O director da Cardiologia, Jorge Araújo, ouvido há instantes pela TSF confirmou que Alberto João Jardim deu entrada no hospital pelas 12 horas com uma forte dor no peito. Tratou-se de um enfarte do miocárdio agudo. Já foi submetido a uma pequena cirurgia, fez exames e encontra-se estável.
O médico garante que Jardim ficará internado durante cinco dias.


Texto e foto, DN-Madeira

O país das anedotas...

Nos Estados Unidos são conhecidas como as “irmãs rim” e o seu polémico caso apaixonou a América. Gladys concordou doar o rim a Jamie em troca da liberdade. Esta sexta-feira saíram as duas da prisão, a acenar aos apoiantes e a gritar “obrigado, obrigado”.

A história da sua detenção começou há 16 anos, quando as duas realizaram um assalto à mão armada. Roubaram apenas oito dólares (cerca de 11 euros), mas o juiz determinou que o seu crime merecia que passassem o resto da vida na prisão. Até que, na semana passada, razões monetárias valeram-lhes a liberdade.

Há anos que Jamie era submetida a tratamentos de diálise devido a uma insuficiência renal, e os tratamentos custavam ao Estado cerca de 200 mil dólares anuais. Uma “carga muito pesada”, considerou o governador do estado norte-americano do Mississípi, o republicano Haley Barbour.

Foi-lhes então feita uma proposta que gerou polémica. Gladys, de 36 anos, daria um rim a Jamie, de 38, as duas sairiam em liberdade e, claro, o Estado pouparia o dinheiro gasto nos tratamentos. O transplante ainda não tem data marcada, mas o acordo foi feito e esta sexta-feira as “irmãs rim” saíram da prisão.

Barbour sublinhou que os responsáveis da prisão já não pensam que Jamie e Gladys representem uma ameaça para a sociedade, e estes não são os únicos a acreditar nisso. Nenhuma das irmãs tinha antecedentes criminais na altura do crime e há muito que centenas de activistas ligados à comunidade afro-americana pediam a libertação – alguns desde que foi decretada a sentença, em 1993. Esta sexta-feira muitos deles juntaram-se em frente ao estabelecimento prisional para as ver sair. Ali estava também a mãe das duas irmãs e os seus filhos, adiantou o “El País”. Elas entraram num carro e saíram da prisão a acenar.

Apesar de muitos terem festejado a libertação, não faltou quem criticasse o acordo que a possibilitou. Michael Shapiro, chefe da unidade de transplantes de órgãos do centro médico universitário de Hackensack, em Nova Jérsia, falou em “falta de ética” e numa decisão “provavelmente ilegal”.

As duas irmãs deverão agora ir viver para o estado da Florida, juntamente com a família. O transplante não tem data marcada, mas o acordo estabelecido refere que deverá ser feito este ano. À saída da prisão, o seu advogado, Chokwe Lumumba, contou à BBC que a primeira coisa que as irmãs fariam em liberdade seria comer uma boa refeição. E depois brincou: “E sabem como são as mulheres – também querem comprar algumas roupas”.


Gladys (à esquerda) dará o rim a Jamie

in Público

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Que tal trocarem de profissão?



Esta senhora é modelo e mulher do jogador de futebol holandês Van der Vaart...

Se ela faz aquilo de saltos altos e vestido, imaginem em calções e com sapatilhas...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Subscrevo e recomendo...

http://cognosciente.blogspot.com/2011/01/pedra-cavaquista.html



Estes sim, são os pontos que interessam...

Campanha de baixo nível?

Ouvi há pouco tempo a Teresa Caeiro (CDS-PP), na SIC-Notícias, a acusar o Manuel Alegre de ter feito publicidade para o BPP e de ter lucrado com isso, numa manobra desculpabilizadora do escândalo que envolve Cavaco Silva e as acções da SLN.

Pois é. Parece que é assim que vai ser. Os trafulhas, corruptos e amigalhaços protegem-se uns aos outros e desta vez não será diferente.

Mas, vamos por partes.

"Não vale a pena Cavaco Silva continuar a fingir que o que está a ser debatido são poupanças familiares depositadas num banco. Não é disso que se trata. O que está a ser discutido é o negócio da venda das suas ações da Sociedade Lusa de Negócios, detentora daquele banco, com contornos pouco claros e que deram a si e à sua filha um lucro de 147,5 mil euros e de 209,4 mil euros, respetivamente. Cavaco Silva vendeu 105.378 acções da SLN, que comprara a um euro cada, em 2001, por 2,4 euros, no final de 2003. O mais importante: esta inexplicável valorização foi determinada por contrato, já que a sociedade não estava cotada na bolsa. É esse contrato, elaborado por uma administração composta por pessoas que lhe são próximas (uma delas até foi, depois disto, nomeada por ele para o Conselho de Estado), que se quer conhecer. Não parece legítima esta exigência?"

in Arrastão

Quanto a Manuel Alegre, a empresa de publicidade BBDO pediu-lhe um texto, como o fez a outras personalidades públicas nacionais (v.g. Pacheco Pereira), onde ele exprimisse a sua relação com o dinheiro, o que ele fez, tendo recebido por isso 1.500€ e sem que houvesse qualquer incompatibilidade com o seu cargo de deputado.

Artigo 20º
Incompatibilidades
1 ‐ São incompatíveis com o exercício do mandato de Deputado à Assembleia da República os seguintes cargos ou funções:
a) Presidente da República, membro do Governo e Representantes da República para
as Regiões Autónomas;
b) Membro do Tribunal Constitucional, do Supremo Tribunal de Justiça, do Supremo
Tribunal Administrativo, do Tribunal de Contas, do Conselho Superior da Magistratura,
do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, Procurador‐Geral da
República e Provedor de Justiça;
c) Deputado ao Parlamento Europeu;
d) Membro dos órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas;
e) Embaixador não oriundo da carreira diplomática;
f) Governador e vice‐governador civil;
g) Presidente, vice‐presidente ou substituto legal do presidente e vereador a tempo
inteiro ou em regime de meio tempo das câmaras municipais;
h) Funcionário do Estado ou de outra pessoa colectiva pública;
i) Membro da Comissão Nacional de Eleições;
j) Membro de gabinete ministerial ou legalmente equiparado;
l) Alto cargo ou função internacional, se for impeditivo do exercício do mandato
parlamentar, bem como funcionário de organização internacional ou de Estado
estrangeiro;
m) Presidente e vice‐presidente do Conselho Económico e Social;
n) Membro da Entidade Reguladora para a Comunicação Social;
o) Membro do conselho de gestão de empresa pública, de empresa de capitais
públicos ou maioritariamente participada pelo Estado e de instituto público autónomo.
2 ‐ O disposto na alínea h) do número anterior não abrange o exercício gratuito de funções docentes no ensino superior, de actividade de investigação e outras de relevante interesse social similares como tais reconhecidas caso a caso pela Comissão de Ética da Assembleia da República.

Quando soube o fim a que destinava o texto, Manuel Alegre proibiu a sua utilização e devolveu o dinheiro que tinha recebido.

Querem agora misturar alhos com bugalhos e tentam lançar lama ao candidato Manuel Alegre para disfarçar a lama que suja Cavaco Silva.



Mas não vai resultar. Nós estamos atentos!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Estamos à mercê dos 40 ladrões e do chefe Ali Babá!

Galp vai subir de novo a gasolina, que ficará ao preço do que seria se houvesse ao mesmo tempo uma guerra Arábia Saudita-Irão, EUA-Rússia, China-Japão e Índia-Paquistão



A Galp acompanha as flutuações do preço do barril de crude, subindo a gasolina quando o petróleo sobe e esquecendo-se de descer a gasolina quando o petróleo desce.

Agora, a Galp inovou, subindo a gasolina quando um barril de petróleo custa menos que um barril de cerveja, como explicou ao IP um administrador: “Na Galp levamos a sério a história de quando uma borboleta bate as asas na China provoca um tufão em Portugal! A tabela de preços da Galp diz que quando a borboleta bate as asas na China a gasolina sobe 6 cêntimos e quando a borboleta bate as asas na Mongólia, sobe 9 cêntimos, pois as borboletas mongolóides são maiores! A Galp também responde à filosófica questão: Se uma árvore cai na floresta sem que ninguém a oiça, a árvore caiu? Não sei, mas na tabela da Galp, quando uma borboleta bate as asas na floresta, a gasolina aumenta 15 cêntimos!“.

António Marques, in Inimigo Público