quinta-feira, 28 de abril de 2011

Até a ave de rapina abandonou a Luz e foi para o Dragão!



Ops. Não é este!



É este!!!

Vergonha na cara, precisa-se!!!



E um pano encharcado em mijo naquelas trombas???!!!

Sabem aquela do azeite e da água?

Segundo o Público, o Presidente do Governo Regional da Madeira perdeu a acção que moveu contra o ex-presidente do PS, João Carlos Gouveia.
E cito: "O Tribunal do Funchal julgou improcedente a acção instaurada por Alberto João Jardim contra João Carlos Gouveia, absolvendo o deputado socialista do pedido de indemnização de 35 mil euros exigida pelo presidente do Governo Regional da Madeira.
A sentença cita um acórdão da Relação de Lisboa favorável a Jardim, num caso em que este foi acusado de difamação a Edite Estrela por a ter apelidado de "delinquente". Nessa decisão admite-se o uso de linguagem com algum exagero e até provocação na luta política partidária, nomeadamente em períodos de campanha. Seguindo a argumentação apresentada então por Jardim, através do seu advogado Guilherme Silva, lembra ainda que "o carácter ofensivo de certas palavras tem de ser visto num contexto situacional", no caso da Madeira, muito marcado por alguma contundência a que Jardim não é alheio.
Gouveia foi acusado por ter declarado em 2009 que o governante "usa meios ilícitos e fomenta a corrupção com o único objectivo de ganhar eleições", "tem horror ao trabalho e passa a vida a viajar". Representado pela sociedade advogados Tranquada Gomes & Coito Pita, deputados do PSD, Jardim invocou que tais declarações causaram-lhe "angústia, mal-estar" e "perturbação na vida pessoal, política e governativa".
O deputado do PS disse que as proferiu no âmbito do debate político, enquanto líder do maior partido da oposição, sobre a actuação política do presidente do governo e do PSD-M, no exercício do seu direito de liberdade de expressão e opinião. E lembrou que Jardim "utiliza regularmente termos e expressões violentas, contundentes, polémicos e chocantes". A defesa, conduzida por Francisco Teixeira da Mota, lembrou ainda que todas as tentativas na assembleia regional para criar comissões para investigar casos de corrupção têm sido derrotadas pelo PSD, que também tem inviabilizado a criação de um regime de impedimentos e incompatibilidades, idêntico ao da AR, com vista a dificultar situações de corrupção."(...)

(o 'bold' é meu...)


Legenda: Será melhor reformar-me despois desta? Estão a descobrir-me a careca, mesmo com o chapéu...

Jardim 'ameaça' não aplicar medidas da 'troika' na Madeira!



Deve ser por isto. A palavra é russa...

sábado, 23 de abril de 2011

'Troika' e PPC criticam tolerância de ponto que Sócrates deu na quinta...

Vai daí, AJJ dá também o sábado...



Tomem lá, que é para verem quem manda!

Gaita. Parem lá com isso...

O INE anunciou esta tarde que o défice de 2010 passa a ser de 9,1 por cento do PIB por causa de três contratos de Parcerias Público Privadas (PPP).



Se continua assim, não demora muito a chegar aos dois dígitos... Agradeçam ao PS!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A minha mana adorada...



Vamos ver durante quanto tempo...

Conversa de esquerda???

Não se negoceia com terroristas

Já esgotámos os adjectivos. Já percorremos substantivos. Sempre debalde: a farsa política continua. O FMI não está a negociar nada, está a entreter aqueles que julgam que têm poder. Mas já não têm. E, infelizmente, dizemos hoje: felizmente.
Hoje, o Governo vai apresentar a execução orçamental do primeiro trimestre. A melhor em muitos anos. Tão boa, aliás, que se a aplicasse a todo o ano, em 2011 teríamos superavit orçamental. Não um défice de 4,6%, como orçamentado; não um défice de 5,6%, como previu o FMI há poucas semanas, mas nada menos que superavit, lucro, mais receitas que despesas. Descobrimos a pedra filosofal!

A execução orçamental é tão boa que o Governo está a celebrá-la há quase uma semana, como um longo orgasmo tântrico. Mas será fingido? Não, não é fingido, mas é forçado. Porque esta consolidação orçamental levanta dúvidas. Não quanto ao composto de cortes drásticos a funcionários e serviços do Estado; mas quanto às contas que ficam por pagar.

O Orçamento do Estado tem uma certa alquimia: para o Tribunal de Contas, contam os compromissos; para Bruxelas, conta apenas o que se paga e recebe. Assim, basta um contabilista que acumule todas as facturas e nenhum dos recibos. Basta não pagar as contas e o défice melhora. Por pouco tempo, é claro. Mas só é preciso dois meses até às eleições. Dizê-lo não é ser cínico, é ter memória. Há ano e meio, o País foi às urnas com uma estimativa de défice falseada. Semanas depois, as contas públicas afinal eram outras. Escandalosamente piores. As mesmas pessoas, o mesmo assunto, o mesmo ilusionismo. Creia quem quiser.

Estes números decorrem quando já temos em Lisboa aqueles a quem pedimos socorro por não termos dinheiro para pagar sequer salários depois de Maio. O FMI vai recebendo as "forças políticas" e os "parceiros sociais" por respeito institucional. Mas chamar aos encontros "negociações" é de uma enorme generosidade. São pouco mais que audições.

Como é possível negociar com partidos que atiraram o País para uma crise política? Como, mesmo depois de pedir ajuda, continuam a jogar ao berlinde com o País? Dois exemplos: o Governo não responde sequer às perguntas do PSD sobre as contas públicas; o PSD não consegue impor até ao fim uma ideia de governação, recuando assim que é atacado pelo PS. São estes dois partidos que querem entender-se? Não, eles fazem malabarismo com navalhas.

Não há isentos de culpas, mas há uns mais culpados do que outros. O Governo, é claro, porque governou e porque persiste em prometer o que sabe que já não pode dar, o que já perdeu. A agenda do PSD, por tíbia que seja, é mais polémica e mais verosímil. Porque é uma agenda parecida com a do FMI, que é a agenda que vai vigorar. Mesmo que o PS ganhe as eleições.

A "troika" externa tem três dossiês: um com medidas de austeridade, outro para a sustentabilidade do sistema financeiro e o último com reformas estruturais. Os três estão já praticamente escritos e serão impostos em troca do empréstimo que ainda não está aprovado. E que sem acordo dos partidos não o será. O prazo é 15 de Maio, data do próximo Ecofin. Será preciso esperar pelas 20 horas da véspera? Para as assinaturas do documento, talvez sim. Para escrever o texto, não é preciso. É um texto com cortes de pensões, de salários, mais impostos, leis laborais, apoio aos bancos, mais concorrência e privatizações. O que Portugal não fez a bem fará à força. Com mais umas eleições pelo meio.

http://www.jornaldenegocios.pt/home....S_V2&id=480327



Pedro Santos Guerreiro

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A mentira tem perna curta!

Esclarecimento final sobre a história das viagens
por Miguel Portas


1. A fotografia publicada por um jornal electrónico espanhol de mentideros, "el confidencial", começa a chegar a alguns órgãos de comunicação social em Portugal.

2. O jornalista que colocou essa notícia não teve, sequer, o cuidado de me contactar previamente, ao contrário de outros profissionais espanhóis de radio e imprensa escrita. Esses tiveram observaram a regra deontológica de não publicar uma imagem tirada por um eurodeputado que, segundo o pasquim em causa, terá sido movido por "motivos de vingança pessoal".

3. Esse mesmo jornalista recebeu uma carta minha que só agora publico porque ele, em vez de a anexar à notícia, nela decidiu incorporar as partes que lhe interessavam para manter a sua versão, credibilizando-a. Fui jornalista durante 20 anos e estou à vontade para dizer que este tipo de procedimentos é puro lixo.

4. Eis a carta que lhe enviei: Caro periodista,

Si usted presta atención, la foto es clara. Se trata de un vuelo intercontinental – no hay sillas de ese tipo en vuelos europeos.

Si usted hubiera tenido el profesionalismo de hablar comigo, le poderia decir que la foto tiene un máximo de 2 años (porque estoy sin pelo en la cabeza) y que la única posibilidad es que se refiera a un viaje oficial que he hecho a Moçambique en Octubre de 2009, en la condición de observador electoral del Parlamento Europeo. Las delegaciones oficiales para fuera de Europa viajan en clase executiva. Es una regla que no contesto.

Viajo por regla en económica con flexibilidad. Las excepciones son, de un lado, vuelos que marco con tiempo por saber que no los cambiaré, y de otro, si non hay lugar en económica y tengo absolutamente que llegar en el día, entonces viajo en business. Me ha sucedido un par de veces.

Permita-me una observación final: lo que está en causa no es como viajan hoy los diputados, sino si están en la disposición de cambiar las reglas para el futuro. Yo no critico quien utiliza actualmente la clase executiva. No me considero ni "diferente" ni "mejor" por tener mantenido el modo como antes utilizaba el avión.

Soy periodista de profesión, en toda my vida profesional siempre viajé en económica. Es una opción personal, sea en el plano practico, sea en la dimensión ética. Lo que es bajo en este tipo de fotos es la insinuación y la calumnia. Es bajura. La criatura que la ha hecho, lo hice con intención. Es una foto que coincide con el período de la primera discusión en la comisión de presupuestos sobre este tópico…

No puedo despedirme agradeciendo el pedido de confirmación ni de comentário. Le solicito, en qualquier caso, una retificación. Es el mínimo de los mínimos.

5. Para a próxima não serei tão simpático com tal criatura. Apenas apelo aos órgãos de comunicação social portuguesa que informem sem beneficiar o infractor.



Dá-lhes Miguel!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Há mais vida para além dos seres humanos...



Tiraram a permissão para partilhar. Podem ver aqui: http://www.youtube.com/watch?v=u86BR85y-nA

Para reflectir!

domingo, 10 de abril de 2011

Eles 'andem' aí...



E nós sabemos quem são...

O independente e não-político...

Fernando Nobre, presidente da AMI, será o cabeça-de-lista por Lisboa do PSD e será indigitado presidente da Assembleia da República se o partido ganhar as eleições.



Há gente que não tem vergonha na cara...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Editora não consegue sala para lançar livro sobre Jardim

por Lilia Bernardes

A Editorial Caminho emitiu esta tarde um comunicado em que diz que estava tudo tratado para lançar a obra "Jardim, a grande fraude", de Ribeiro Cardoso. Mas, de repente, ficou sem sala.

"Depois de devidamente combinado e agendado o lançamento numa sala do Hotel CS Madeira Atlantic, no Funchal, para o dia 12 de Abril (próxima terça-feira), pelas 18 horas fomos informados esta manhã, por parte de responsável do Hotel, da impossibilidade do aluguer da sala", refere o comunicado da editora.

Mas há mais. Durante "a tarde de hoje realizámos diversos contactos para alugar uma sala na cidade do Funchal, contactos que se revelaram infrutíferos". Por esta razão, "vemo-nos forçados a adiar o lançamento para uma data posterior".

O lançamento agendado para Lisboa, no dia 13, às 18.30h, na Casa da Imprensa, mantém-se.

in DN



Ao que chegámos...

Uma imagem contra a crise.



E o Mundo fica melhor...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vejam bem quem são eles!

“Relatório Fernandes” aprovado ontem em plenário

Metade dos eurodeputados portugueses não abdica de viagens em executiva

Houve um empate. Nove eurodeputados portugueses (socialistas e de esquerda) votaram ontem a favor do fim das viagens aéreas em primeira classe. Outros nove votaram a favor da continuação dessa regalia.
Contra esta emenda, ou seja, a favor da continuação das regalias de voos em executiva, estiveram sete eurodeputados sociais-democratas e dois eurodeputados socialistas

Apesar de tudo, a emenda 3 ao “relatório Fernandes” (proposta por Miguel Portas, deputado do Bloco de Esquerda, em nome do grupo Esquerda Unitária Europeia, e que defendia a alteração dos critérios de viagem de modo a que as deslocações aéreas inferiores a quatro horas fossem feitas em classe económica) acabou rejeitada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu (por 402 votos contra, 216 a favor e 56 abstenções).

Há 22 eurodeputados portugueses. Nove votaram a favor da emenda 3. Ou seja, estiveram ontem a favor do fim (com ressalvas) das viagens em primeira classe para deslocações inferiores a quatro horas. A saber: os três deputados do Bloco de Esquerda (Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares), os dois deputados da CDU (Ilda Figueiredo e João Ferreira) e quatro eurodeputados do PS (Luís Paulo Alves, Elisa Ferreira, Ana Gomes e Vital Moreira).

Contra esta emenda, ou seja, a favor da continuação das regalias de voos em executiva, estiveram sete eurodeputados sociais-democratas e dois eurodeputados socialistas. Do lado do PSD votaram contra os seguintes deputados: José Manuel Fernandes (o relator), Paulo Rangel, Regina Bastos, Carlos Coelho, Mário David, Maria do Céu Patrão Neves e Nuno Teixeira. Do lado do PS, votaram contra os socialistas Luís Manuel Capoulas Santos e António Fernando Correia de Campos.

A social-democrata Maria da Graça Carvalho não votou. Os dois eurodeputados do CDS-PP, Nuno Melo e Diogo Feio, também faltaram à votação.

Houve apenas uma abstenção: da eurodeputada socialista Edite Estrela.

Lajos Bokros, um deputado conservador da Comissão de Orçamento, ironizou sobre aquilo a que se assistiu ontem na sessão plenária: "À luz da situação difícil em Portugal, é estranho ver um português supostamente conservador lutar por mais dinheiro e um português de esquerda lutar pela prudência fiscal".

Numa altura de contenção orçamental, a emenda frisava que esta mudança para classe económica visava apenas as viagens com menos de quatro horas, quer para os eurodeputados quer para o restante pessoal do Parlamento. E, além disso, a emenda previa excepções em função da idade e do estado de saúde dos viajantes.

Algumas horas antes do voto na sessão plenária, Miguel Portas (que declarou a sua oposição ao projecto) fez um apelo a todos os deputados: “Desculpem lá mas não é normal que deputados que viajaram sempre em económica tenham passado a fazê-lo em executiva mal os voos começaram a ser reembolsados ao bilhete e não ao quilómetro”.

O “relatório Fernandes” (redigido pelo eurodeputado social-democrata José Manuel Fernandes) - com as estimativas orçamentais para o Parlamento Europeu em 2012 - foi ontem votado favoravelmente pelos eurodeputados em Estrasburgo. Foi aprovado por 479 votos a favor, 176 votos contra e 23 abstenções. O orçamento deverá cifrar-se em 1.725 mil milhões de euros, o que significa um aumento de 2,3% em 2012, abaixo da taxa de inflação de 2,8% na UE-27.

Apesar deste aumento orçamental em 2,3%, José Manuel Fernandes frisou na sessão plenária tratar-se de “um relatório que permite que o orçamento para 2012 do Parlamento Europeu seja um orçamento de austeridade, um orçamento de contenção, um orçamento rigoroso". "Tínhamos dito que a actualização seria à volta da inflação. Pois bem, ficámos muito longe da inflação, o que significa que o orçamento para 2012 se traduz num decréscimo real", acrescentou o eurodeputado.

Estas estimativas vão agora ser enviadas à Comissão Europeia, que irá apresentar dentro de duas semanas o anteprojecto de orçamento da UE para 2012.

Algumas horas antes do voto, Miguel Portas disse ainda: “Eu não compreendo como é que pode haver aqui deputados que não hesitam em defender nos seus países políticas de austeridade e de redução do salário e da pensão mas que, quando chega ao momento de decidir sobre o seu próprio dinheiro, aí a austeridade fica à porta de casa. Isto não é sério, meus amigos. Isto é indecente e muito triste”.




VERGONHA!!!

in Público

terça-feira, 5 de abril de 2011

É fartar vilanagem!!!

Rui Pedro Soares recebeu mais de um milhão de euros da PT em 2010

O ex-administrador da Portugal Telecom (PT) Rui Pedro Soares, que abandonou a empresa na sequência do processo “Face Oculta”, recebeu em 2010 cerca de 1,2 milhões de euros resultantes de indemnização e salário do período em que exerceu funções

O responsável recebeu 648,7 mil euros de indemnização, 104,2 mil euros de remuneração fixa e 459,4 mil euros de prémio anual sobre o exercício de 2009, informa o relatório e contas da PT hoje divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Fernando Soares Carneiro, também ex-administrador da PT que saiu igualmente no seguimento do processo “Face Oculta”, recebeu um total de 1,8 milhões de euros: 973 mil euros de indemnização, 175 mil euros por compromisso de não concorrência, 201 mil euros de remuneração fixa e 459,4 mil euros de prémio anual sobre o ano de 2009.

Rui Pedro Soares renunciou ao cargo na empresa a 17 de Fevereiro de 2010, ao passo que Soares Carneiro viria a abandonar a PT cinco dias depois, a 22 de Fevereiro.

Soares Carneiro e Rui Pedro Soares abandonaram a empresa após a divulgação de escutas telefónicas no âmbito do processo “Face Oculta” e de um alegado plano do Governo que envolvia a PT na criação de um grupo de comunicação social.

Ainda de acordo com o relatório e contas hoje divulgado, o presidente executivo da PT, Zeinal Bava, teve uma redução de 44 por cento no salário de 2010 face ao ano anterior devido ao não pagamento do prémio plurianual e à redução em dez por cento da remuneração fixa.

O salário total de Zeinal Bava foi, em 2010, de 1,41 milhões de euros, menos 44 por cento do que os 2,52 milhões de euros registados no ano anterior, indica a PT.

Esta contenção na remuneração “consolida a iniciativa tomada em 2009 por Zeinal Bava, que reduziu a sua remuneração em dez por cento e por consequência a de todos os membros da Comissão Executiva” da PT “como forma de mobilizar o esforço acrescido no contexto global de crise”, sublinha a operadora.

Em 2010, a Comissão Executiva da PT recebeu menos 22 por cento de remuneração total, de 8,31 milhões no total dos seus membros para 6,47 milhões de euros

http://economia.publico.pt/Noticia/r...m-2010_1488450



Continuem a votar nos mesmos e depois queixem-se...

Sim. É um guarda-redes que já marcou... 100 golos!!!



E a estupidez de alguns cartões amarelos...

'Talqualmente' como cá...



Posso emigrar, posso?

Como diz que disse?



Como é que é aquela do mentiroso e do coxo?