Depois de pôr a família a salvo, ou depois de a ver a salvo (as informações não são coerentes - mas o que é que isso interessa?), lançou-se na enxurrada para tentar retirar uma vizinha da força das águas...
Não o conseguiu e foi ontem a sepultar.
Apenas mais um drama no meio de tantos outros? Talvez...
O que ficou a marcar esta tragédia foi a interrogação da sua filha de dez anos, que, não tendo ainda assimilado o que realmente aconteceu (ou, pelo contrário, tendo compreendido muito bem), só perguntava: quem é que agora me vai chamar minha princesa?
Continuo a verter lágrimas por todas as princesas que de repente se sentem sozinhas.

Para além de tudo o mais, nunca nos deveríamos sentir sozinhos...
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