"O governo regional da Madeira quer saber quantas professoras e funcionárias estão grávidas. Os sindicatros dizem que se trata de uma invasão da vida privada.
A Secretaria de Estado da Educação garante que está apenas a preparar a substituição durante a licença de maternidade."

Não é nada. Querem calcular a próxima taxa de natalidade e o secretário da Educação vai aproveitar para escrever mais um livro: "A professora quer ficar grávida".
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