quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Da cobardia e muitos milhões...

À custa dos nossos impostos (45 milhões de euros!!!), o Marítimo vai ter um estádio novo. Este clube tem como presidente um fulano que foi acusado de ter agredido um jornalista do Diário de Notícias da Madeira (e, pelos vistos, há testemunhas). Veio depois dizer que era tudo mentira e uma invenção do jornal. O Governo Regional da Madeira faz parte da SAD maritimista. O PSD-Madeira não se indignou com o acto. Será que a população madeirense se vai indignar?



Quanto mais tempo vão andar uma série de mamões a viver à grande e à francesa à nossa custa. Revolta-te! EXIGE A TUA VIDA!!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Quem disse que futebol é com os pés?



Não foi o primeiro a fazê-lo, mas tem pinta...

Ainda dizem que não é possível descer mais baixo...

Marcelino Andrade pede ao Governo que não faça um novo hospital mas um bordel

Declarações do Ortopedista, porta-voz do SESARAM (???), sobre a greve do serviço

"Com o devido respeito que eu tenho pelas senhoras que me ouvem e pelas minhas colegas, uma das coisas que eu queria pedir era que houvesse serenidade, porque se os médicos começam a vir para a praça pública discutir como estão a discutir, era melhor pedir ao Governo que não faça um hospital mas que faça um bordel. A gente tem de discutir as coisas é dentro da nossa casa". Foi desta forma que Marcelino Andrade, médico ortopedista e hoje chefe-de-equipa da especialidade no serviço de urgência reagiu à greve decretada naquele serviço hospitalar.



Não nos bastava este?!

Benfica muda de 'sponsor'...



'Mai' nada!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Começo a suspeitar que alguns boatos não o eram...

O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou hoje que o Estado português "é um Estado ladrão", porque corta "nas reformas das pessoas", para as quais "não contribuiu".

Falando na sessão de abertura do congresso Aconchego Colorido, uma organização do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil, Jardim mostrou-se incomodado com a decisão do Governo de restringir a acumulação de pensões e vencimentos públicos.

Durante a alocução o governante já tinha indiciado que a questão era "caso de tribunal", porque considera que há princípios "fundamentais da União Europeia" que estão a ser violados.

" saída, quando questionado pelos jornalistas para concretizar, Jardim afirmou que é o Estado que tinha "de ser posto em tribunal".

"O orçamento contém inconstitucionalidades e ilegalidades", respondeu e quando interrogado sobre se a iniciativa tinha a ver com as pensões, Jardim retorquiu: "tudo isso é inconstitucional, o estado não pode, a seu critério, cortar as pensões a um tipo que descontou a vida inteira", exclamou.

O responsável já antes tinha acusado o Estado de ser "uma fraude", porque "aplica impostos retroactivamente".

Jardim relembrou que "quando era estudante de direito, quem fosse para o exame de Direito Fiscal dizer que os impostos se aplicavam retroactivamente, chumbava", concluiu.

Continuou, criticando o Tribunal Constitucional por estar "desacreditado" e por deixar "passar a retroactividade dos impostos".

O governante afirmou ainda que como português se sente "ridículo" porque o país chegou "ao ponto em que chegou" e a alternativa dada aos portugueses é que sejam "os mesmos que trouxeram esta hecatombe" a continuarem no comando do destino de Portugal.

Apontou ainda que "os outros que deviam substituir aqueles que não souberam actuar", também dizem que preferem que "isto continue nas mãos daqueles que deram cabo disto, e isto é gozar com os portugueses", concluiu.



Ou seria o inglês (Parkinson)?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tempo de antena!



Só não vê quem não quer ver. Isto já não tem nada a ver com ceguinhos...