quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

É como à disfunção eréctil...

Casamento entre pessoas do mesmo sexo
Defensores do referendo acreditam que deputados não vão "virar as costas" a mais de 90 mil assinaturas

in Público

Comentário meu: juntar 'pessoas do mesmo sexo' e 'virar as costas' no mesmo texto não me parece de muito bom gosto.



Mas isto sou eu a dizer...

Está-se mesmo a ver...



“Sabor a maternidade” é o 'slogan' deste calendário, que apresenta 12 mães com 12 receitas de 'muffins'. Todas elas alegam ser membros de uma igreja com sede em Salt Lake City.

E não se pode obrigá-los???

Dados do Infarmed
Nenhuma farmácia aderiu à venda de medicamentos em unidose

O relatório preliminar que o Infarmed tinha de elaborar para avaliar a lei, que entrou em vigor a 7 de Julho, irá “reflectir essa situação”, adiantou.

A dispensa de medicamentos em quantidade individualizada ficou restrita, nesta primeira fase, às farmácias da região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo que manifestem, junto do Infarmed, a sua vontade de aderir àquela dispensa.

Mas, decorridos seis meses sobre a entrada em vigor da legislação, ”ainda nenhuma farmácia da região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo manifestou, junto do Infarmed, vontade de aderir”, informou a Autoridade do Medicamento.

Para o bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Maurício Barbosa, a venda de medicamentos em "unidose" não teve adesão da parte dos intervenientes no processo, da indústria às farmácias e aos médicos, por implicar uma mudança "drástica" em todo o circuito.

"Há um sistema organizado que não se altera por diploma. Tem de haver um circuito de medicamento para a unidose. É uma mudança drástica, absoluta", disse Maurício Barbosa.

O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos afirmou que "não existe processo de unidose na produção, não houve dispensa de medicamentos em unidose [nas farmácias] e também não houve prescrições" pelos médicos.

Acrescentou que o actual sistema pode ser melhorado, mas uma mudança radical não pode ser realizada por portaria, até porque implica "elevados investimentos".

No entanto, o Bastonário disse que "a Ordem não tem nada a opor à dispensa por unidose desde que seja garantida a qualidade e a segurança" do processo.

A agência Lusa contactou a Associação Nacional de Farmácias (ANF), que se escusou a comentar este assunto.

A portaria que regula a venda medicamentos em “unidose” entrou em vigor a 7 de Julho do ano passado e refere que podem ser dispensados em quantidade individualizada os medicamentos apresentados em forma oral sólida.



Só pensam no lucro...

Já tive um destes (mais mais pequeno...)



George tem quatro anos e vive em Tuscon, Arizona, nos EUA. Uma história normal, não fosse o tamanho do cão, que mede 1,20 e pesa 111 kg . George é considerado o maior cão do mundo e come 50 kg de ração por mês.

O seu dono, David Nasser, nunca pensou que George crescesse tanto, e o cão chegou mesmo a dormir na mesma cama com ele e a mulher, Christine. Agora, que é demasiado grande para isso, George tem a sua própria cama kingsize.

Nasser está a preparar uma candidatura para o Guiness, para que George seja reconhecido mundialmente como o maior cão, e retirar o título a Gibson, que mede 1,04 metros, registado no livro de recordes como o maior do mundo.

in Sábado

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Acabar com os feriados é que é a solução.



Pois claro. Está-se mesmo a ver...

O PS vai meter água (mas isso já é normal)

Nos primeiros dias do ano vão ser discutidos vários projectos de lei, em que se destacam o do PS e o do Bloco de Esquerda. O do PS reconhece o casamento, o que é um grande avanço (há seis meses o PS votou contra esse reconhecimento) mas impõe como contrapartida a proibição do acesso dos casais homossexuais à candidatura à adopção de crianças. O do Bloco não aceita essa proibição, que é de facto inconstitucional, dado que não pode uma pessoa ser excluída de acesso a acções institucionais por razão de orientação sexual. Vai ser assim criado um imbróglio jurídico que vai atrasar a legalização do casamento, porque o PS o quer misturar com uma disputa acerca da adopção, que naturalmente chegará ao Tribunal Constitucional.

Em alternativa, o projecto de lei do Bloco defende que qualquer pessoa ou casal possa ser candidato a adoptante, devendo ser seleccionado ou não consoante as suas capacidades parentais concretas que garantam à criança o melhor apoio afectivo e educativo de que necessita. Excluir, por princípio, os gays e lésbicas dessa candidatura, introduz uma grave discriminação e diz à sociedade que os homossexuais não podem cuidar de crianças, o que é absurdo e chocantemente errado. Há pais e mães naturais que são gays e lésbicas e demonstraram a sua capacidade parental. Há gays e lésbicas que adoptaram individualmente e demonstraram a sua capacidade parental. E ainda há poucas semanas um Tribunal de Oliveira de Azeméis atribui a tutela de uma criança a um tio, que vive em união de facto com o seu companheiro, reconhecendo que era a melhor situação para a criança. Onde a sensatez começa a imperar, impor uma perseguição é um disparate e um retrocesso.

Assim, o PS quer aceitar um direito e impor um castigo como condição desse direito.

O Bloco de Esquerda tudo fará para que nesta oportunidade seja reposta um pouco da justiça a que tantas pessoas discriminadas têm direito. Mas devo dizer-lhe que o PS tem recusado qualquer diálogo sobre esta matéria e não está aberto à procura de uma solução jurídica que seja constitucional e decente.

No entanto, não desistiremos de procurar que essa lei seja equilibrada e reparadora da injustiça.



Francisco Louçã

Primeira mensagem do ano

E ao dia 6 recomeçam as hostilidades.

Com que então, um casal homossexual não vai poder adoptar, mas um homossexual solteiro não tem qualquer problema.

Isto tem alguma lógica?



Se calhar, é preferível manter as crianças institucionalizadas. Palermas!